Ctec Tecnologia
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Surfando nas ondas da banda ultra-larga
Você ouve rádio, assiste TV, conecta seu computador por Wi-Fi e fala ao celular. Tudo por meio de ondas eletromagnéticas, comumente conhecidas como ondas de rádio. Grosseiramente falando, o que varia nesses diversos sistemas de comunicação é a freqüência das ondas que cada um utiliza - quantos picos e vales cada onda tem por segundo. Faixas dessa freqüência são normalmente chamadas de bandas.
Agora imagine uma nova freqüência, capaz de transmitir dados numa velocidade de até 1 gigabit por segundo, consumindo pouquíssima energia e podendo funcionar simultaneamente com as bandas dos sistemas de comunicação atuais, sem provocar interferência significativa.
Não se trata de ficção científica: esta banda "milagrosa" existe, e é conhecida pela sigla UWB ("Ultra WideBand", ou banda ultra-larga). O que não existe ainda são equipamentos comerciais, protocolos e regulamentação para utilizá-la.
É justamente isso que pesquisadores europeus estão tentando criar, por meio do projeto PULSERS. Eles acabaram de completar a primeira fase do projeto, tendo construído protótipos de equipamentos e elaborado o primeiro rascunho da normatização da nova banda.
A banda ultra-larga (UWB) utiliza técnicas de comunicação por ondas de rádio baseadas na transmissão de pulsos de duração muito curta, na faixa dos nanosegundos (bilionésimos de segundo) ou até de picosegundos (trilionésimos de segundo). A largura de banda ocupada pode atingir faixas de freqüência muito amplas.
É isto o que permite que a UWB possa transmitir dados a 1 gigabit por segundo. E os pesquisadores afirmam que essa velocidade será facilmente batida, à medida em que os equipamentos para operarem nessa faixa sejam desenvolvidos e aprimorados.
Não há superlativos suficientes para definir as expectativas criadas pela nova tecnologia de comunicação. Espera-se que, já em 2010, a UWB represente um mercado de bilhões de dólares. Não é para menos; afinal, trata-se de uma nova tecnologia comercial de comunicações.
O projeto PULSERS, obviamente, não poderia ser menos ambicioso. Os cientistas estão trabalhando desde a ciência básica - necessária para o desenvolvimento dos novos equipamentos, até a regulamentação e definição de cenários para a criação de produtos para o consumidor final.
As aplicações potenciais para a nova tecnologia de comunicações podem ser vislumbradas a princípio. Mas não será fácil alcançar os horizontes desse potencial, tão promissora parece ser a transmissão por UWB.
"Além das comunicações sem fio de curta distância, a tecnologia UWB incorpora naturalmente o rastreamento de localização em tempo real, graças à característica única da alocação de banda de freqüência da banda ultra-larga," explica o Dr. Sven Zeisberg, gerente do projeto PULSERS.
Os mercados naturais deverão ser as redes pessoais (PAN: "Personal Area Network"), para conectar equipamentos individuais, e as redes locais (LAN: "Local Area Network"), para conectar equipamentos em um mesmo ambiente.
Você ouve rádio, assiste TV, conecta seu computador por Wi-Fi e fala ao celular. Tudo por meio de ondas eletromagnéticas, comumente conhecidas como ondas de rádio. Grosseiramente falando, o que varia nesses diversos sistemas de comunicação é a freqüência das ondas que cada um utiliza - quantos picos e vales cada onda tem por segundo. Faixas dessa freqüência são normalmente chamadas de bandas.
Agora imagine uma nova freqüência, capaz de transmitir dados numa velocidade de até 1 gigabit por segundo, consumindo pouquíssima energia e podendo funcionar simultaneamente com as bandas dos sistemas de comunicação atuais, sem provocar interferência significativa.
Não se trata de ficção científica: esta banda "milagrosa" existe, e é conhecida pela sigla UWB ("Ultra WideBand", ou banda ultra-larga). O que não existe ainda são equipamentos comerciais, protocolos e regulamentação para utilizá-la.
É justamente isso que pesquisadores europeus estão tentando criar, por meio do projeto PULSERS. Eles acabaram de completar a primeira fase do projeto, tendo construído protótipos de equipamentos e elaborado o primeiro rascunho da normatização da nova banda.
A banda ultra-larga (UWB) utiliza técnicas de comunicação por ondas de rádio baseadas na transmissão de pulsos de duração muito curta, na faixa dos nanosegundos (bilionésimos de segundo) ou até de picosegundos (trilionésimos de segundo). A largura de banda ocupada pode atingir faixas de freqüência muito amplas.
É isto o que permite que a UWB possa transmitir dados a 1 gigabit por segundo. E os pesquisadores afirmam que essa velocidade será facilmente batida, à medida em que os equipamentos para operarem nessa faixa sejam desenvolvidos e aprimorados.
Não há superlativos suficientes para definir as expectativas criadas pela nova tecnologia de comunicação. Espera-se que, já em 2010, a UWB represente um mercado de bilhões de dólares. Não é para menos; afinal, trata-se de uma nova tecnologia comercial de comunicações.
O projeto PULSERS, obviamente, não poderia ser menos ambicioso. Os cientistas estão trabalhando desde a ciência básica - necessária para o desenvolvimento dos novos equipamentos, até a regulamentação e definição de cenários para a criação de produtos para o consumidor final.
As aplicações potenciais para a nova tecnologia de comunicações podem ser vislumbradas a princípio. Mas não será fácil alcançar os horizontes desse potencial, tão promissora parece ser a transmissão por UWB.
"Além das comunicações sem fio de curta distância, a tecnologia UWB incorpora naturalmente o rastreamento de localização em tempo real, graças à característica única da alocação de banda de freqüência da banda ultra-larga," explica o Dr. Sven Zeisberg, gerente do projeto PULSERS.
Os mercados naturais deverão ser as redes pessoais (PAN: "Personal Area Network"), para conectar equipamentos individuais, e as redes locais (LAN: "Local Area Network"), para conectar equipamentos em um mesmo ambiente.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
POBRES PAGAM MAIS POR INTERNET, DIZ ESTUDO
Um cidadão de Manaus paga cerca de 1.600% a mais pelo uso da internet do que um morador da Europa ou dos Estados Unidos.
Tal distorção é causada, entre outros fatores, pela hegemonia dos americanos na administração dos domínios concluiu um painel da 6ª Oficina para a Inclusão Digital, que ocorre em Salvador até quinta-feira (29).
Segundo Carlos Seabra, diretor de Tecnologia e Projetos do Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos (Ipso), é necessário o engajamento da população para que o acesso à rede mundial de computadores seja democratizado.
“Quanto mais pobre o país, mais as pessoas pagam, e dentro do país também existem diferenças”, ressaltou. “A população que está sendo incluída digitalmente precisa entender o que se passa política e economicamente para termos uma cidadania participativa.”
“As pessoas devem ter mais consciência do que está por trás da inclusão digital. Temos de entrar nas discussões de governança de forma pesada”, declarou Seabra. “Se um país como Ruanda quer se conectar à internet, tem que pagar um dinheirão, ao passo que a Austrália, quando vai se conectar, paga muito menos, porque eles têm um poder de negociação maior com os Estados Unidos”, disse.
No debate, também foram apresentados indicadores do uso da internet no Brasil. Para Seabra, a internet pelo celular pode se converter em uma maneira de ampliar o acesso à rede mundial de computadores. “Percebemos o crescimento do uso da internet por celular, nas classes A, B e também nas C e D. Discutimos, então, um jeito de democratizar a gestão das redes digitais em todo o planeta”, afirmou Seabra.
A neutralidade na transmissão de dados também foi foco das discussões. Segundo Seabra, há provedores de acesso, no Brasil, que reconhecem quando o usuário está no site do concorrente e, por isso, torna a conexão mais lenta para aquela página.
Fonte: Info Online
terça-feira, 27 de novembro de 2007
O Inicio
É isso mesmo. A partir de agora todos vão contar com novissimo blog de informações tecnologicas, onde estarão disponiveis as novidades do mundo da informática. Sem falar no suporte e dicas de utilização/aprimoramento do seu pc. Até o próximo post então...
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